#EscutaAí | The Encounters

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E aí, meu povo!

Durante as últimas semanas rolou bastante post sobre o mundo da música: teve Demi Lovato, Nick Jonas, Justin Bieber, One Direction, Folks, NDK, Trama… enfim, um bando de gente boa. No entanto, faz alguns dias que não rola o #EscutaAí e teve gente que me procurou pra cobrar (tem que fazer isso mesmo!!). Para a alegria de vocês, nós estamos de volta. Digo “nós” porque hoje estou acompanhada por mais 4 rapazes australianos 😉

Formado por Lewin RiddellCallum RobinsonWilliam Robinson e Oly Gordon, o The Encounters é uma banda Indie/Rock independente australiana e que vem arrancando elogios de multidões. Com o EP “Things That Aren’t Real“, os rapazes se mantiveram no TOP 5 do streaming de bandas independentes, Tradiio, e mostrou ter vindo para ficar. Mesmo com a correria por conta dos inúmeros shows e preparação para o lançamento do novo EP, os meninos descolaram um tempo e sentaram para bater um papo super descontraído comigo. Confira abaixo a entrevista na íntegra e não esqueça de seguí-los nas redes sociais pra ficar de olho em tudo o que vem por aí.

 

 

ENTREVISTA COM THE ENCOUNTERS

 

1) Antes de mais nada, é uma honra ter o The Encounters aqui em nosso site! Bom, pra começar, a música fez parte da vida de vocês desde a infância?

The Encounters: Muito obrigada por nos receber! Sim, nós todos, de certa forma, viemos de um cenário musica. Quando criança nós tocávamos diferentes instrumentos: saxofone, violino, bateria, piano etc. Quanto mais velhos ficávamos, mais interessados nós ficávamos pelo mundo da música.

 

 

2) O que e quando vocês se tocaram que era o ramo da música que queriam seguir?

Cal: No meu caso foi quando eu estava no Ensino Médio. Nessa época não havia nada que eu realmente me interessasse, mas tocar violão e estar numa banda era algo que me atraia bastante.

Lew: Eu estava na minha sala e meu irmão mais velho me trouxe a canção do ‘Good Charlotte’. Escutar a música ‘The Anthem’ repetitivamente fez eu me visualizar pulando no palco e tocando bateria para uma imensa platéia.

Oly: Meu primo mais velho me mostrou o ‘Red Hot Chili Peppers’. Meu foco era inteiramente voltado à bateria. Um pouco antes deu começar o Ensino Médio, meu amigo trouxe um kit de bateria e me mostrou as batidas básicas, depois disso eu fui embora e entrei para a banda da escola.

Will: Depois de fazer parte de diversas bandas da escola (de Jazz e Shows), eu estava , de certo modo, começando a perder o interesse na música. Mas, depois de descobrir o pop-punk eu fui reanimado a entrar para uma banda de Rock.

 

 

3) Vocês podem nos dizer qual é a parte mais gratificante em ser músico?

The Encounters: Tocar para uma platéia ao vivo, sentir a energia deles, os amigos que você faz e a amizade que você constrói com a banda durante o tempo ou até mesmo quando você tem a oportunidade de gravar sua própria música e dividir com o resto do mundo.

 

 

4) E foram as famílias que os encorajaram nesse meio ou uma outra pessoa?

The Encounters: Definitivamente a família. Todas nossas memórias recentes da música são de nós sentados com nossos pais no carro ou em casa com uma canção tocando de fundo. Eles também nos encorajaram a comprar nossos primeiros instrumentos e fazer algumas aulas.

 

 

5) A música pode nos influenciar tanto musicalmente quanto como seres humanos. Quem foram as influências musicais de vocês?

Cal: The Cure, The Smiths, qualquer coisa que nossos pais escutavam quando éramos maia jovens. Quandk cresci, Chris Martin e Coldplay foram algumas influências musicais particulares que realmente ressoaram em mim.

Will: Eu fui influenciado por bandas como ‘Panic! at the Disco’ porque eles criavam músicas que pareciam ser diferentes da norma e eu admirava isso, me sentia como se de alguma forma eu pudesse me identificar com aquilo.

Oly: O Red Hot Chili Peppers por conta de sua sonoridade e energia que trazem para seus estúdios, The Cure por conta das letras de Robert Smith e Arctic Monkeys.

Lew: Qualquer coisa que meu irmão escutasse, desde pop-punk até bandas de hardcore, ‘From First to Last’ e ‘Bullet for my Valentine’. Mais tarde, no ensino médio, eu expandi meus gostos e comecei a gostar de qualquer coisa que eu tivesse a oportunidade de escutar.

 

 

6) Como vocês descreveriam a sonoridade do The Encounters?

The Encounters: Uma sonoridade bem ampla, é mais sobre sentimentos do que técnicas. Sonoridade Indie, mas com um toque de guitarras distorcidas do Rock; com uma atmosfera bem musical e vocais que ficam na cabeça.

 

 

7) Bom, as canções de vocês são realmente incríveis. Em relação ao EP, foi a primeira vez de vocês no studio? Como foi o processo de escrita e gravação?

The Encounters: Foi a primeira vez que levamos o processo de escrita a sério. Nós passamos um bom tempo gravando demos e repensando idéias para ter certeza de que estariam do mesmo jeito que imaginamos que seria musicalmente. Nesse EP nosso amigo nos ajudou com a gravação no estúdio que fica no quarto dele – mas escrevemos as canções durante alguns meses.

 

 

8) E como escolheram o nome do EP, “Things That Aren’t Real” (Coisas que não são reais) ?

The Encounters: As canções foram todas baseadas em experiências que tivemos ao longo dos meses em que estávamos escrevendo, mas as situações foram dramatizadas em experiências ficcionais. O título do EP vem dessa idéia. Nós queríamos as fotos incompletas da arte da capa para refletir isso também.

 

 

9) Qual canção do The Encounters é a favorita de vocês? Por quê?

The Encounters: Sweet Side Effect parece ser a mais popular, no entanto Green é sempre legal de tocar ao vivo. Escolher uma favorite seria como escolher seu filho favorite; você simplemesnte não pode fazer isso.

 

10) De onde vem a inspiração pra suas canções? As idéias vem naturalmente ou você tem que sentar e colocar o cérebro pra funcionar? Haha. Alguns meses atrás eu entrevistei o cantor Chris Burkich e ele disse que a música o ajuda a lidar com seus problemas. Isso acontece com você também?

The Encounters: Nós desenhamos experiências do nosso cotidiano. A idéia pode surgir individualmente das nossas vidas privadas, mas normalmente se dá a partir da nossa reunião e ensaios… através de um processo colaborativo. Nós todos escrevemos canções e Lewin é o que sabe melhor expressar aquilo que nós queremos dizer. Escrever letras definitivamente tem sido ótimo para expressar nossos sentimentos e fazendo isso nós normalmente escrevemos nossas melhores canções.

 

 

11) Qual seria seu time dos sonhos (vivo ou não) para fazer um álbum/turnê? Por quê?

Cal: The Beatles seria insano, porque, bem… eles são os Beatles!

Lew: Os Beatles, tanto para fazer um álbum quanto turnê. Se basear nas experiências deles para escrever as canções e estar em turnê seria surreal.

Will: Michael Jackson, ele é o rei do pop e sabe entreter as pessoas.

Oly: Eu escolheria Nirvana para fazer turnê – principalmente por conta das palhaçadas e o fato de que eles realmente sabem se divertir.

 

 

12) Há algum plano envolvendo sua carreira no exterior? O que os fãs podem esperar do The Encounters em 2015/2016?

The Encounters: Nós gostaríamos de ir à qualquer lugar. Londres em particular pela música e o Brasil, claro, por conta das praias e as belas pessoas. Em relação aos próximos meses, haverá mais shows, nosso segundo EP e qualquer coisa que o futuro estiver reservando para nós :)

 

 

13) Há algum lugar em específico que vocês gostariam de visitar?

Cal e Lew: New York e Londres.

Will: Austria por conta das montanhas e campos.

Oly: Grécia para visitar alguns familiares.

 

 

14) Vocês sabem alguma coisa sobre o Brasil? Já pensaram em nos visitar?

The Encounters: Nós sabemos que todo mundo adora música: as pessoas parecem ser bastante fiéis e devotados ás bandas que amam genuinamente. Nós adoraríamos conhecer, esperamos que seja em breve!

 

 

15) E falando sobre a Austrália, a música é levada a sério aí? Quero dizer, às vezes aqui no Brasil parece que alguns gêneros e cultura em geral (como filmes etc) não são levados tão a sério e as pessoas passaram a “ignorar” sua própria cultura e glorificar coisas americanas, etc… Eles costumam dar espaço para bandas independentes por aí?

The Encounters: Nós temos uma coleção incrível de bandas e uma cena incrível. No entanto, estar tão longe do resto do mundo pode ser difícil para levar sua música para fora do país. Nós temos uma estação de rádio dedicada a bandas independentes, mas para ganhar audiência nesse meio de gigantes é bem competitivo.

 

 

16) Teve alguma experiência em algum show que realmente chamou a atenção de vocês?

The Encounters: Em um dos nossos primeiros shows, os ingressos se esgotaram e tocamos para uma platéia lotada. Ver as pessoas cantando nossas letras e se identificando com as canções e conosco foi uma sensação incrível.

 

 

17) Por ultimo, mas não menos importante, vocês gostariam de deixar uma mensagem para os leitores do cacodecastro.com.br e também para seus fãs? Obrigada por me receber, meninos!

The Encounters: Obrigada a todos vocês que nos deram apoio até o momento, nós mal podemos esperar para lançar nosso novo projeto para vocês! Estamos muito animados para dividir essa experiência e esperamos que gostem!

 

 

RAPIDINHAS

  • Um sonho?

The Encounters: Fazer uma turnê mundial

 

 

  • Uma canção?

Will: Don’t Worry Be Happy – Bobby McFerrin

 

Cal: Thin Lizzy – Dancing in the Moonlight

 

Lew: Teenage Dirtbag – Wheetus

 

Oly: Scar Tissue – The Red Hot Chili Peppers

 

 

 

  • Um herói?

Oly: Batman ou minha mãe

Lew: Arnold Schwarzenegger

Cal: David Beckham

Will: Sr. David Attenborough

 

 

  • Meus colegas de banda são….

Will: Vivendo num plano astral diferente.

Cal: Meus melhores amigos

Lew: Meus companheiros espirituais

Oly: Fortes, charmosos e bem educados.

 

 

  • Eu não suporto…

Cal: O final de ‘Prison Break’

Will: Splash back

Oly: Meias molhadas

Lew: 200kgs

 

 

  • Namorando?

Cal: Solteiro e pronto para a farra

Will: Reservado

Oly: Quase 6 anos firmes e fortes de namoro

Lew: Namorando

 

 

  • Que canções “vergonhosas” eu devo encontrar em seu MP3 player?

Cal: One Direction, mas eles estão mais para orgulho do que para vergonha

Will: Justin Bieber

Lew: Avril Lavigne – Girlfriend

Oly: Rick Astley – Never Gonna Give You Up

 

 

  • Se eu pudesse visitar o Brasil, eu…

Cal: Falaria com todas as pessoas bonitas

Oly: Pegaria um bronzeado com um shorts bem curto

Will: Visitaria a Floresta Amazônica

Lew: Visitaria o Cristo Redentor

 

 

  • Se o mundo terminasse hoje, nós…

The Encounters: Faríamos uma grande contagem regressiva!

 

 

 

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Marcella

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Hey guys!

Today is a special day for us because not only our guests are international but they are from Australia and it is the first time we have an australian musician on our website! Woho! There’s always a first time, kids.  The Encounters is one of the coolest band that I’d discovered on the internet on the last… 5 months or something. God bless Tradiio and all the cool independent musicians over there… yeah, that’s how I found those 4 piece of heaven 😛 To sum up, they are a Indie/Rock band that are passionate about good music and put smile on someone’s face. Yeah, that’s it and it is sufficient to know that they are pretty awesome.

I had the pleasure to interview those young boys and they talked about their career, how was the process to produce their first EP, their dream team, 2015 plans and more! (yeah, one of them is single and ready to mingle! – I can hear some desesperate womens screaming over there) As you enjoy their videos on Youtube and EP on Tradiio, read my exclusive interview with the coolest australian band you have ever seen: Lewin RiddellCallum RobinsonWilliam Robinson and Oly Gordon … The Encounters! Don’t forget to leave a comment below and to let me know what you think on my Twitter page (click here). Hope you enjoy it! :)

 

– Marcella

 

 

INTERVIEW WITH THE ENCOUNTERS

 

 

 

1) First of all, it is an honor to have you guys here! Thanks for agreeing in being interviewed (: So, music has always been part of your life growing up? 

The Encounters: Thanks for having us! Yeah, we’ve all come from musical backgrounds of some sort, as kids collectively we played a lot of different instruments growing up; saxophone, violin, drums, piano etc. The older we got the more we gained an interest for it.

 

 

2) What and when did it click that music was what you wanted to do?

Cal: For me it was when I was in highschool. At that time there wasn’t anything that I really cared about, but playing guitar and being in a band was something that attracted me a lot.

Lew: I was in my living room and my older brother brought me a ‘Good Charlotte’ record, hearing the song ‘The Anthem’ (on repeat) made me vision jumping up on a stage and playing the drums in front of a big crowd.

Oly: My big cousin introduced me to the ‘Red Hot Chili Peppers’. Straight away all my focus was drawn to the drums. Just before I went into high school my friend bought a drum kit he showed me a basic beat, after that I went out and joined the school band.

Will: After being a part of various school bands (Jazz and Concert) I was beginning to lose interest somewhat in music. But after discovering pop-punk I was re-motivated to join a rock band.

 

 

3) Can you tell us what’s the most rewarding part of being a musician?

The Encounters: Playing to a live audience, feeling their energy, the friends you meet and relationship you build in your band over time or when you get the chance to record your music and share it with others all over the world.

 

 

4)   And was it your family who encouraged you guys or was someone else?

The Encounters: Definitely family. All our earliest memories of music are sitting in the car with our parents or being at home with music beingplayed in the background. They also encouraged all of us to pick up our first instruments or get lessons.

 

 

5) Music can influence us musically and also as a human being. Who was your music influences and why?

Cal: The Cure, The Smiths, really anything our parents played when we were young. As I grew up, Chris Martin and Coldplay were a particular musical influence that really resonated with me.

Will: I’ve been influenced by bands such as ‘Panic! at the Disco’ because they create music that seemed different from the norm and I admired this, feeling like I could relate to it.

Oly: The Red Hot Chili Peppers for their groove and energy they bring in the studio, The Cure for Robert Smith’s lyrics and his emotion and The Arctic Monkeys.

Lew: Anything my big brother listened to, pop-punk stuff to post-hardcore bands, ‘From First to Last’ and ‘Bullet for my Valentine’. Later in highschool I broadened my taste and started liking everything once I gave it a chance.

 

 

6)  How would you describe The Encounters’ sound?

The Encounters: Big open music, it’s more about the feeling than the technicalities. Indie sounding music, but with a blend of rock driven guitars, atmospheric sounds and catchy vocals.

 

 

7)    So, your songs are pretty awesome! Was it your first time in the studio to record your own songs? How was the recording/writing process? Was it all written by you guys, right?

The Encounters: It was the first time we had taken the writing process seriously. We spent a lot of time making demos and rethinking ideas to make sure the songs were exactly as we envisioned them to sound. For this EP our friend helped us out with the recording aspect in his bedroom studio, but we wrote all the songs over a couple of months.

 

 

8)  And how did you choose the name “Things That Aren’t Real” ?

The Encounters: The songs were all based around experiences we had in the months we were writing, but the situations were dramatized into a fictional experience. The EP title comes from this idea. We wanted the unfinished photos in the artwork to reflect this as well.

 

 

9) Which song from you guys is your favorite? Why?

The Encounters: Sweet Side Effect seems to be the most popular, although Green is always fun to play live. Picking a favourite would be like pickingyour favourite child; you just can’t do it.

 

10)  Where does the inspiration for your music come from? Do your ideas come naturally, based on personal experiences etc or you just sit down and put your brain in gear? Haha. Some months ago I’d interviewed a singer called Chris Burkich and he said that music helps him deal with his problems. Does it happen to you too?

The Encounters: We draw inspiration from our everyday lives. Individually an idea may spark in our private practice, but ultimately it always comes together in rehearsal during acollaborative process. We all write lyrics and Lewin knows the best way to express what we are trying to say. Writing music has definitely been a good way to express our emotions, and in doing so we generally come up with our best lyrics.

 

 

11)  Who would be your dream team (dead or alive) to make an album/tour with and why?

 Cal: The Beatles would be insane, because, well… They’re The Beatles.

Lew: The Beatles, both touring and recording. Drawing from their experience to write music and being on tour would be amazing.

Will: Michael Jackson, he’s the king of pop and he’s an entertainer.

Oly: Nirvana to go on tour with. Mainly because of their antics and they knew how to party.

 

 

12)    Are there any plans to go overseasso you can visit new countries? What fans can expect from The Encounters in 2015/2016? :)

The Encounters: We’d love to go everywhere. London in particular for the music, and Brazil of course for the beaches and all the beautiful people. In terms of the next couple of months; more live shows, our second EP and whatever the future brings for us as a band.

 

 

13)  There’s anywhere in particular that you would like to visit?

Cal and Lew: New York and London.

Will: Austria for the mountains and the country side.

Oly: Greece to see some family.

 

 

14)  Do you know something about Brazil? Despite the fact that Pelé is better than Maradona, of course… haha 😛 Have you ever thought about visiting us?

The Encounters: We know everyone is into their music, people seem very loyal and devoted to bands they genuinely love. We would love to visit, hopefully sometime soon!

 

 

15)    And talking about Australia, is music taken seriously there? I mean, sometimes here in Brazil it seems that some genders and also culture in general (like movies, etc) are not given proper credit and people start “ignoring” their own culture and start paying attention only on American artists and stuff… Do they pay attention to independent bands there? It is so f* difficult here! :O

The Encounters: We have an amazing collection of bands, and a great scene. However, being so far away from the rest of the world it can be hard to get your music out of the country. We have a radio station devoted to independent bands, but to get mainstream recognition is very competitive.

 

 

16)  Is there any concert experience that really sticks out? For example, last week I was talking to a friend – who’s a musician too – and he told me that a guy from the audience yelled to him to stop the concert and then he proposed to his girlfriend like… what?! :O haha

The Encounters: For one of our first shows, we played to a sold out crowd. Seeing people sing our lyrics and have a genuine connection to the songs and the band was a great feeling.

 

 

17)  The last but not the least, would you like to leave a message to cacodecastro.com.br readers and also to your fans? Thanks for having me, boys!

The Encounters: Thank you to everyone who has supported us this far, we can’t wait to get our new music out to you. We’re excited to share the experience with you and hope you all enjoy what’s to come.

 

 

 

QUICK ANSWERS:

 

  • A dream?

The Encounters: Tour the world.

 

 

  • A song?

Will: Don’t Worry Be Happy – Bobby McFerrin

 

Cal: Thin Lizzy – Dancing in the Moonlight

 

Lew: Teenage Dirtbag – Wheetus

 

Oly: Scar Tissue – The Red Hot Chili Peppers

 

 

  • A hero?

Oly: Batman or mum

Lew: Arnold Schwarzenegger

Cal: David Beckham

Will: Sir David Attenborough

 

 

 

  • My bandmates are….

Will: Living on a different astral plane

Cal: My best friends

Lew: My Spiritual companions

Oly: Strong, charming and well mannered.

 

 

  • I can’t handle…

Cal: The ending of ‘Prison Break’

Will: Splash back

Oly: Wet socks

Lew: 200kgs

 

 

  • Dating?

Cal: Single and ready to mingle

Will: Reserved

Oly: Coming on 6 years strong

Lew: Taken

 

 

  • What embarrassing songs might I find on your MP3 player?

Cal: One Direction, but they’re more of a pleasure than a guilt

Will: Justin Bieber

Lew: Avril Lavigne – Girlfriend

Oly: Rick Astley – Never Gonna Give You Up

 

 

  • If I could visit Brazil, I …

Cal: Talk to all the beautiful people

Oly: Get a tan in short-shorts

Will: Visit to the rainforest

Lew: Visit Christ of Redeemer

 

 

  • If the world would end today, I…

The Encounters: Have a big countdown.

 

 

 

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Marcella

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sobre o autor

Marcella Monteiro
Marcella Monteiro

Apesar de estar cursando Engenharia, sempre foi fascinada por fotografia e todo gênero de música. Engajada em manter as pessoas bem informadas, já se envolveu em diversos sites de notícia e projetos sociais.

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