#EscutaAí – Banda Intervibe

Fala, meu povo!

Cada vez mais me surpreendo com as bandas e artistas que passam por aqui. Em Dezembro fiz uma promessa com vocês de postar matérias toda semana e eu tenho uma ótima notícia para as inimigas: quebrei minha promessa desde Março. Sim, eu sei que eu deveria ter postado mais umas 4 ou 5 matérias desde a última com o Ronald Rios, mas realmente a Faculdade de Engenharia não permite (se vocês querem sofrer na vida, façam engenharia).

Em Janeiro passaram por aqui: Banda MahaloBackfield RockMakai e Baron e em Fevereiro o Theodore Burkhardt, participante do The Voice Kids da Alemanha, também deu o ar de sua graça, assim como os meninos da Banda Cabana Jack. Para “começar” o mes de Abril com chave de ouro, nada mais justo do que trazer para vocês uma das bandas que os fãs estavam loucos para ver por aqui. Sim, eles fizeram spam no email do site a gente mal conseguia ler todas as mensagens. Pois bem, nada mais justo do que uma entrevista com a banda Intervibe!

 

 

Formada por Junior Pereira, Jeff Rocha, Victor Barros, Batata e Doug Maciel, a banda já passou por diversas formações, mas hoje em dia parece que a Intervibe encontrou sua sintonia perfeita. Em uma entrevista exclusiva para o Blog do Caco, os meninos comentaram sobre o começo da banda, as loucuras da fãs, as dificuldades que já tiveram que enfrentar e muito mais! Leia abaixo a matéria na íntegra e não esqueça de deixar seus comentários e divulgar nas redes sociais! Ah, e aproveita pra renovar sua playlist aí! 😉

 

ENTREVISTA COM A BANDA INTERVIBE

 

1)   Depois de inúmeros emails dos fãs, finalmente vocês estão aqui comigo no Blog do Caco! Bom, pra começar, como que aconteceu a formação da Intervibe?

Intervibe: Em 2010, após ter integrado uma série de bandas no interior, o Junior decidiu ir além em sua tentativa. Foi para São Paulo, praticamente agindo pelo instinto e pela fé. Na capital ele se uniu a uma galera pela internet, a qual o único remanescente na formação é o guitarrista Victor Barros, que até então era o baixista.

 

 

2) E vocês eram do interior de São Paulo. Como se deu essa transição para a capital? Foi por conta da música ou esta foi apenas uma conseqüência dessa mudança?

Intervibe: Na verdade, o Junior e o Batata “meteram o louco” haha! Os caras tocavam juntos desde moleques, até que o Junior partiu pra Sampa. O Batata permaneceu em Catanduva (SP) por mais 3 anos até se tornar o baixista do Intervibe. Fizeram tudo pela música.

 

 

3) E de onde que saiu a ideia para o nome da banda? 

Intervibe:  Na busca em dar nome a banda, naturalmente os integrantes esbarraram em discordâncias. O vocalista Junior Pereira então passou a se atentar a alguns dizeres que vinham se tornando comuns nos debates sobre o assunto. Há quem dizia que o nome deveria ser baseado nas semelhanças dos membros, mas que isso era dificultado justamente pelas diferenças entre eles. Era preciso “unir as vibes”. O Junior mesmo era cobrado constantemente sobre o fato de os demais serem obrigados a fazerem interurbanos pra entrarem em contato com o vocal. Ele veio do interior paulista e levou um tempo pra finalmente comprar um chip local da capital haha. Mesclando tudo, uma conclusão: o nome receberia o prefixo “Inter”. Pelo interurbano, pela necessidade de interligar, por algumas influências internacionais e quem sabe até por uma série de outros motivos. Pra completar: “VIBE”… Uma palavra significativa em qualquer lugar do mundo, uma palavra que trazia a modernidade e a vibração que ali se misturava.

 

 

4) Vocês sempre tiveram a idéia de que queriam seguir no ramo da música? Todos vocês vivem dela ou possuem algum outro trabalho paralelo?

Intervibe: Desde que as ideias para um futuro foram clareando em nossas mentes, a música se tornou o foco. Alguns integrantes ainda trabalham em outros setores em paralelo, pois ainda buscamos uma estabilização financeira em nosso meio.

 

 

5) Qual a melhor parte e a maior dificuldade de estar em uma banda?

Intervibe: A melhor parte é o reconhecimento, a maior dificuldade é a falta dele. Nesse tempo, já ouvimos fãs dizerem o quanto alguns sons da banda puderam auxiliar em fases difíceis, ouvimos nosso nome em coro, tivemos a oportunidade de nos sentirmos especiais pra muitas pessoas. Isso fez tudo valer a pena, fez valer a vida!

Por outro lado, vamos conferindo com tristeza a desvalorização do pop rock em nosso país, onde nitidamente a cultura musical passa por uma das suas piores fases, com a exaltação de temas pornográficos, apologias de péssimo conteúdo e uma série de outros fatores. Mas o rock vive! Queiram bem ou mal, vai estar sempre aqui!

 

 

6)    Qual a situação mais difícil que tiveram que enfrentar como banda? 

Intervibe: É difícil pontuar. Já foram vários os perrengues e eles continuam surgindo. Podemos citar os problemas de ordem financeira como um dos principais. É complicado manter uma banda na ativa quando se paga por quase tudo e ganha por quase nada.

 

 

7)    Para alguém que não conhece vocês, como vocês descreveriam a Intervibe?  

Intervibe:Uma banda que vai tentar até o fim falar sobre o que você sentiu, sente ou sentirá. Somos pessoas comuns, temos dias similares ao de vocês. Mas agora reina em nossas mentes um conceito de positividade e baseado nisso, temos algumas coisas a dizer. Imploraremos pra que levante, sorria, relaxe, viva, ame, tente outra vez…

 

 

8) Pra vocês, qual é a parte mais gratificante em ser músico?

Intervibe:A cada vez que alguém aperta o repeat em uma de nossas canções, sentimos o alívio de ter seguido por esse caminho. As coisas mais simples podem ser as mais gratificantes nesse meio.

 

 

9) Tem algum artista ou banda que vocês gostariam muito de poder fazer uma parceria?

Intervibe: Já viajamos algumas vezes nessas ideias. Bem louco seria o Projota ou Emicida chegando com o “pé na porta” em uma de nossas músicas, rs.

 

 

10)  Já teve alguma loucura de fã pra contar? 

Intervibe: Uma delas tatuou “A tendência é clarear”, nome de uma de nossas músicas. Isso rolou num período em que a banda era bem menos conhecida e por isso nos pareceu muito impactante, surpreendente. Tá na nossa história!

 

 

11)  O que os fãs podem esperar da Intervibe em 2015?  

Intervibe: A mesma disposição na continuidade da caminhada, a busca pela evolução a cada música e uma banda muito mais madura em todos os aspectos. Pretendemos servi-los de uma maneira que vá além do que vocês esperam.

 

 

12)  Por ultimo, mas não menos importante, vocês gostariam de deixar uma mensagem aos leitores do cacodecastro.com.br e também para seus fãs? Muito obrigada pela entrevista, meninos! Boa sorte!

Intervibe: Muito obrigado a esses minutos de atenção voltada a tudo o que foi aqui dito por nós. Gratos! Esperamos que a partir de agora, possamos contar com alguns de vocês. Que role Intervibe em vossos fones!

E quanto a galera que já vinha fechada com a gente, só temos a repetir os clichês mais verdadeiros do mundo! Vocês nos mantém, dão sentido, juntos formamos a família!

Valeu, bando de gente firmeza!!

 

 

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Marcella

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sobre o autor

Marcella Monteiro
Marcella Monteiro

Apesar de estar cursando Engenharia, sempre foi fascinada por fotografia e todo gênero de música. Engajada em manter as pessoas bem informadas, já se envolveu em diversos sites de notícia e projetos sociais.

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